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Operação Quéfren: Justiça concede prisão domiciliar a influenciadoras


As influenciadoras digitais Brenna Brito, Joyce Gomes e Lauane Alves, presas na última quarta-feira (2/04) por envolvimento com a divulgação ilegal de jogos de azar, tiveram suas prisões preventivas convertidas em prisão domiciliar nesta quinta-feira (3), conforme determinação da Justiça. A decisão foi confirmada pelos advogados de defesa das envolvidas.

Ellen Márcia, também influenciadora, já havia recebido a mesma decisão judicial no dia anterior, e se encontra em regime de prisão domiciliar desde então. Já o influenciador colombiano Felipe Galvis permanecerá detido na Cadeia Pública de Juazeiro do Norte, conhecida como “Tourinho”. A defesa de Galvis já protocolou um pedido de relaxamento da prisão, que segue sob análise judicial.

Como parte das medidas cautelares impostas pela Justiça, todas elas deverão utilizar tornozeleira eletrônica e estão proibidas de acessar redes sociais.

Sobre a operação

A Operação Quéfren, deflagrada pela Polícia Civil do Ceará na última quarta-feira (2), teve como alvo influenciadores digitais e agentes de plataformas envolvidos na divulgação de jogos ilegais no Brasil, especialmente o “Jogo do Tigrinho”, uma plataforma de apostas online.

A ação resultou no cumprimento de 13 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão nos estados do Ceará, São Paulo, Mato Grosso e Pará. Em Juazeiro do Norte, cinco influenciadores foram presos e três veículos de luxo, avaliados em R$ 500 mil cada, foram apreendidos com os suspeitos.

Esses influenciadores são acusados de atrair jogadores com promessas de ganhos fáceis e de simular vitórias por meio de contas demonstrativas, impulsionando a popularidade de plataformas ilegais de apostas.

As informações são do jornalista Saulo Mota/Miséria
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